And the moon still there
to show us what we can't get
can't touch, cannot feel
looking to nowhere
the sun always sets
it the endless deal
And feelings are still there
No time to the last regret
there's nothing new
the sorrow makes you aware
pequeno poema num momento sei la estranho... começarei a postar as coisas que eu escrevo
A Taberna do Micci
Aproveite sem moderaçao
Música,álcool,Cultura,Reflexões e poesias tudo aki e mais um pouco! Taberneira traga o Gim!
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Feliz 2012
como é de costume na cultura ocidental, festejamos as viradas de ano sempre regadas de alegria, festa, comilança e alcool.Dizem que Ano novo, vida nova, mas eu me atrevo a dizer que isso não é de todo verdade.Os seus problemas nao vão acabar só por que você virou uma pagina no calendario.Mas é bacana ver que as pessoas fazem planos a partir dessa data.Sempre desejamos paz, mas será que estamos dispostos a nos sacrificar pelo proximo para consegui-la? Todos queremos saúde mas será que estamos dispostos a largar nossos vicios, a cuidar do bem estar do corpo e da alma? Será que continuaremos a nos autodestruir?Sim por que eu mesmo não sou nenhum exemplo de pessoa que cuida da saude, eu bebo, nao tenho uma alimentação adequada e por isso que eu to tendo essa reflexão agora.Será que alcançaremos o real amor, se muitas vezes fazemos intrigas e invejas mesmo que involuntariamente cobiçamos o que é do proximo e muitas vezes desejamos o mal a alguem?Bom é tempo de pensar e refletir sobre o que falamos, o que desejamos e como agimos, um feliz ano novo a todos que possamos mesmo que com pequenos passos crescermos e melhorarmos esse mundo que parece estar de ponta cabeça.
Discução: Funk x Rock, será que vai continuar?
Essa é a primeira postagem deste ano de 2012, e esse blog tava as moscas entao resolvi voltar a postar algumas coisas.No mes de dezembro de 2011 começaram a circular no facebook Ibagens (sim é ibagens mesmo) comparando o Funk e o Rock.Esses dias eu vi tambem uma pagina com os seguintes dizeres: "unidos contra o rock" e uma outra "unidos contra o funk. Pessoalmente eu acho a criaçao de paginas haters como essas desnecessarias.Primeiro que olha não tenho nada contra quem gosta ou escuta funk, muitos dos meus amigos de infancia gostam disso e eu nao os culpo por isso.Além disso gosto é que nem bunda cada um tem o sua (com excessoes a deficientes dos gluteos).Mas o que mais me chamou atençao foi na comunidade "Unidos contra o Rock". O festival de abobrinhas postadas é lamentavel.Numa das postagens estavam as fotos de Simone Simons (Vocalista de Epica e Mayan) e na outra A "cantora" de funk Tati Quebra barraco, na legenda um erro grotesco dizia que a Simone era filha do sr. Gene Simmons (baixista e egocentrico dono do KISS).Repare que os sobre nomes são diferentes!O.O como alguem quer se basear em algo tao furado!Embaixo da Tati tinha algo como talentosa e contra a ditadura da beleza. Ai eu pergunto PORRA ELA TIROU 2 COSTELAS FEZ 7152371523 LIPOS E É CONTRA A DITADURA DA BELEZA?Deus perdoa eles.Outra coisa que me chamou atenção, erros grotescos de regencia e ortografias eram muito comuns nas postagens, dava nojo ler.E mais uma dentre os demais absurdos que eu li foi que todos que escutam rock são revoltados ou tristes.Será mesmo? Poucos sabem a alegria que é você escutar uma musica que mecha com as suas emoçoes positivamente, o Metal é um dos estilos que consegue isso, alem de que as pessoas que postaram essas calunias nao fizeram uma pesquisa acerca do tipo de publico que escuta Rock/Metal .Num geral as pessoas que curtem esse tipo de sonoridade, são as mais gentis que eu já vi.Agora dizer tambem q nno funk só tem favelado é ser hipocrita e tendencioso. E verdade que a maioria do publico dessa manifestação cultural duvidosa vem das periferias mas tem muito filinho de papai que escuta isso.Pra finalizar é importante ter em mente que vivemos num pais livre mas injusto entao pode-se escutar o que quizer mas nem por isso serás respeitado, o que é uma pena num país tao rico culturalmente.Essa eterna batalha só terminará quando ambas as partes entenderem que cada um escuta o que tiver afim, se eu tiver afim de escutar a narração de um filme porno (funk) eu vo escutar se eu quizer escutar a historia de uma homem apaixonado que perdeu a amada eu vou escutar.O que é notavel é a escassez de temas dos funks, que ficam cada vez mais baixos e pornograficos contra uma variedade muito grande do rock e o metal, é por isso que eu escolhi o Rock pelo simples fato de me fazer crescer como pessoa.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Retomada das postagens
bom faz muito tempo q eu nao posto no meu querido blog kkkk isso acontece por alguns motivos
,o primeiro é q ue as minhas atividades academicas tavam me tirando o tempo, a segunda foi por infermidade sebdo assim vo voltando aos poucos a postar
,o primeiro é q ue as minhas atividades academicas tavam me tirando o tempo, a segunda foi por infermidade sebdo assim vo voltando aos poucos a postar
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
31/08
Eu poderia falar de muitas coisas todos os dias, poderia falar sobre amor,sobre ilusão,sobre preconceito,mas prefiro falar sobre quem somos.porque quem somos é difeerente de se perguntar o q somos. Hoje eu sou alguém que acredita em si próprio mas que por muitas vezes demorou a perceber por ir e ao menos aonde chegar.amanha posso não ser o que sou hoje, mas sempre serei quem eu fui ontem. A gente muda todos os dias,mas a nossa essência continua presente ,sempre!
Por Gabi Rebello
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Gostar de rock começa a pesar na avaliação profissional
Gostar de rock começa a pesar na avaliação profissional
Por mais preconceituoso que seja, não dá para fugir: a forma como a pessoa fala, se veste, age, trabalha, dirige e muitas coisas mais dizem muito sobre o indivíduo. Dá para julgar cada um por esse tipo de coisa? Cada um avalie da forma como achar melhor.
Da mesma forma, os hábitos culturais – os livros que lê, a música que houve, os eventos frequenta – também dizem bastante sobre as pessoas. Existe a chance de se errar por completo, mas faz parte do jogo.
Dois fatos importantes, apesar de corriqueiros, mostram que os apreciadores de rock podem ter esperança de dias melhores, apesar dos casos recorrentes de preconceito explícito e perseguição por conta do gosto pessoal em pleno século XXI – algumas dessas excrescências têm sido narradas aqui em textos no Combate Rock.
No começo de agosto um gerente de uma grande multinacional instalada no ABC (Grande São Paulo) penava para contratar um estagiário para a área de contabilidade e administração. Analisou diversos currículos e entrevistou 24 jovens ainda na faculdade ou egressos de cursos técnicos.
Conversou com todo o tipo de gente, do mais certinho ao mais despojado, do mais conservador à mais desinibida e modernosa. Preconceitos à parte, procurou focar apenas a questão técnica e os conhecimentos exigidos.
Alguns candidatos até possuíam a maioria dos requisitos exigidos, mas acabaram desclassificados em um quesito fundamental para o gerente: informação geral, que inclui hábitos culturais.
O escolhido foi um rapaz de 20 anos, o penúltimo a ser escolhido. Bem vestido, mas de forma casual, usando rabo de cavalo, mostrou segurança e certa descontração, além de bom vocabulário e de se expressar de forma razoável, bem acima da média.
Durante as perguntas, o gestor observou que o garoto segurava um livro e carregava um iPod. O livro era a biografia de Eric Clapton. Após a quinta pergunta, direcionou a conversa para conhecimentos gerais e percebeu que o rapaz lia jornais e se interessava pelo noticiário.
“Você gosta de rock?”, perguntou o gerente. “Sim, e de jazz também”, respondeu o garoto. O entrevistador não se conteve e indagou se o rapaz se importava de mostrar o que o iPod continha. E viu um gosto eclético dentro do próprio rock: havia muita coisa de Black Sabbath, Deep Purple, AC/DC, mas também de Miles Davis e big bands.
“Não aprecio rock, não suporto o que minhas filhas ouvem, mesmo seja Rolling Stones, meu negócio é Mozart, Bach e música erudita. Mas uma coisa eu aprendi nas empresas em que passei e nos processos seletivos que coordenei: quem gosta de rock geralmente é um profissional mais antenado, que costuma ler mais do que a média porque se interessa pelos artistas do estilo. Geralmente são mais bem informados sobre o que acontece no mundo e respondem bem no trabalho quando são contratados. Nunca me arrependi ao levar em consideração também esse critério”, diz o gerente.
O resultado é que o garoto foi contratado após 15 minutos de conversa, enquanto cada entrevista com os outros candidatos durava 40 minutos. “Não tive dúvida alguma ao contratá-lo. E o mais interessante disso: percebo que essa é uma tendência em parte do mercado há pelo menos três anos, pois converso muito com amigos de outras empresas e esse tipo de critério está bastante disseminado. Quem gosta de rock é ao menos diferenciado”, finalizou o gestor.
Já em uma escola particular da zona oeste de São Paulo, do tipo mais alternativo e liberal, o trabalho de conclusão do ensino fundamental era uma espécie de TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) das faculdades. A diferença é que, para não ter essa carga de responsabilidade, foi criado uma espécie de concurso para premiar algumas categorias de trabalhos – profundidade do tema, ousadia, importância social e mais alguns critérios.
O vencedor geral foi o de uma menina esperta de 17 anos, filha de um jornalista pouco chegado ao rock, mas com bom gosto para ouvir jazz e blues. O trabalho tentava traduzir para a garotada a importância dos Beatles para a música popular do século XX.
Para isso realizou uma ampla pesquisa sobre as origens do blues, do jazz, da country music norte-americana e traçou um panorama completo da evolução do rock desde os primórdios até os megashows de Rush, AC/DC, U2 e Metallica. Seu trabalho contou ainda com a defesa de uma tese em frente a uma banca de professores.
O resultado é que, além do prêmio principal – placa de prata e uma quantia em dinheiro em forma de vale para ser gasto em uma livraria –, acabou sendo agraciada com a proposta de transformar seu trabalho em um pequeno livro, bancado pela escola. Detalhe: a reivindicação partiu dos colegas da menina, que ficaram fascinados com a história do rock – poucos deles eram íntimos do gênero, pelo que o pai da menina me contou.
Os Beatles foram o ponto de partida para uma aluna de um colégio paulistano para traçar um panorama extenso e completo sobre a história do rock; o trabalho ganhou prêmio e vai se transformar em livro
Seria um flagrante exagero afirmar
que gostar de rock facilita a obtenção de emprego ou estágio – ou que quem gosta de rock é muito melhor aluno do que os outros nas escolas. Mas o simples fato de haver reconhecimento de que apreciar rock frequentemente leva a uma situação diferenciada já é um alento diante dos seguidos casos de intolerância e preconceito.
Gostar de rock não torna ninguém melhor ou pior, mais ou menos competente, mais ou menos inteligente. Mas os casos acima mostram que o roqueiro pode se beneficiar de situações em que é possível se mostrar diferenciado, mostrando uma cultura geral acima da média e mais versatilidade no campo profissional. E o que é melhor, isso começa a ser reconhecido por um parte do mercado.
Bom gosto não se discute: adquire-se.
Por mais preconceituoso que seja, não dá para fugir: a forma como a pessoa fala, se veste, age, trabalha, dirige e muitas coisas mais dizem muito sobre o indivíduo. Dá para julgar cada um por esse tipo de coisa? Cada um avalie da forma como achar melhor.
Da mesma forma, os hábitos culturais – os livros que lê, a música que houve, os eventos frequenta – também dizem bastante sobre as pessoas. Existe a chance de se errar por completo, mas faz parte do jogo.
Dois fatos importantes, apesar de corriqueiros, mostram que os apreciadores de rock podem ter esperança de dias melhores, apesar dos casos recorrentes de preconceito explícito e perseguição por conta do gosto pessoal em pleno século XXI – algumas dessas excrescências têm sido narradas aqui em textos no Combate Rock.
No começo de agosto um gerente de uma grande multinacional instalada no ABC (Grande São Paulo) penava para contratar um estagiário para a área de contabilidade e administração. Analisou diversos currículos e entrevistou 24 jovens ainda na faculdade ou egressos de cursos técnicos.
Conversou com todo o tipo de gente, do mais certinho ao mais despojado, do mais conservador à mais desinibida e modernosa. Preconceitos à parte, procurou focar apenas a questão técnica e os conhecimentos exigidos.
Alguns candidatos até possuíam a maioria dos requisitos exigidos, mas acabaram desclassificados em um quesito fundamental para o gerente: informação geral, que inclui hábitos culturais.
O escolhido foi um rapaz de 20 anos, o penúltimo a ser escolhido. Bem vestido, mas de forma casual, usando rabo de cavalo, mostrou segurança e certa descontração, além de bom vocabulário e de se expressar de forma razoável, bem acima da média.
Durante as perguntas, o gestor observou que o garoto segurava um livro e carregava um iPod. O livro era a biografia de Eric Clapton. Após a quinta pergunta, direcionou a conversa para conhecimentos gerais e percebeu que o rapaz lia jornais e se interessava pelo noticiário.
“Você gosta de rock?”, perguntou o gerente. “Sim, e de jazz também”, respondeu o garoto. O entrevistador não se conteve e indagou se o rapaz se importava de mostrar o que o iPod continha. E viu um gosto eclético dentro do próprio rock: havia muita coisa de Black Sabbath, Deep Purple, AC/DC, mas também de Miles Davis e big bands.
“Não aprecio rock, não suporto o que minhas filhas ouvem, mesmo seja Rolling Stones, meu negócio é Mozart, Bach e música erudita. Mas uma coisa eu aprendi nas empresas em que passei e nos processos seletivos que coordenei: quem gosta de rock geralmente é um profissional mais antenado, que costuma ler mais do que a média porque se interessa pelos artistas do estilo. Geralmente são mais bem informados sobre o que acontece no mundo e respondem bem no trabalho quando são contratados. Nunca me arrependi ao levar em consideração também esse critério”, diz o gerente.
O resultado é que o garoto foi contratado após 15 minutos de conversa, enquanto cada entrevista com os outros candidatos durava 40 minutos. “Não tive dúvida alguma ao contratá-lo. E o mais interessante disso: percebo que essa é uma tendência em parte do mercado há pelo menos três anos, pois converso muito com amigos de outras empresas e esse tipo de critério está bastante disseminado. Quem gosta de rock é ao menos diferenciado”, finalizou o gestor.
Já em uma escola particular da zona oeste de São Paulo, do tipo mais alternativo e liberal, o trabalho de conclusão do ensino fundamental era uma espécie de TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) das faculdades. A diferença é que, para não ter essa carga de responsabilidade, foi criado uma espécie de concurso para premiar algumas categorias de trabalhos – profundidade do tema, ousadia, importância social e mais alguns critérios.
O vencedor geral foi o de uma menina esperta de 17 anos, filha de um jornalista pouco chegado ao rock, mas com bom gosto para ouvir jazz e blues. O trabalho tentava traduzir para a garotada a importância dos Beatles para a música popular do século XX.
Para isso realizou uma ampla pesquisa sobre as origens do blues, do jazz, da country music norte-americana e traçou um panorama completo da evolução do rock desde os primórdios até os megashows de Rush, AC/DC, U2 e Metallica. Seu trabalho contou ainda com a defesa de uma tese em frente a uma banca de professores.
O resultado é que, além do prêmio principal – placa de prata e uma quantia em dinheiro em forma de vale para ser gasto em uma livraria –, acabou sendo agraciada com a proposta de transformar seu trabalho em um pequeno livro, bancado pela escola. Detalhe: a reivindicação partiu dos colegas da menina, que ficaram fascinados com a história do rock – poucos deles eram íntimos do gênero, pelo que o pai da menina me contou.
Os Beatles foram o ponto de partida para uma aluna de um colégio paulistano para traçar um panorama extenso e completo sobre a história do rock; o trabalho ganhou prêmio e vai se transformar em livro
Seria um flagrante exagero afirmar
que gostar de rock facilita a obtenção de emprego ou estágio – ou que quem gosta de rock é muito melhor aluno do que os outros nas escolas. Mas o simples fato de haver reconhecimento de que apreciar rock frequentemente leva a uma situação diferenciada já é um alento diante dos seguidos casos de intolerância e preconceito.
Gostar de rock não torna ninguém melhor ou pior, mais ou menos competente, mais ou menos inteligente. Mas os casos acima mostram que o roqueiro pode se beneficiar de situações em que é possível se mostrar diferenciado, mostrando uma cultura geral acima da média e mais versatilidade no campo profissional. E o que é melhor, isso começa a ser reconhecido por um parte do mercado.
Bom gosto não se discute: adquire-se.
domingo, 28 de agosto de 2011
Star Wars - O motivo de assistir
Desde que o cinema passou a fazer parte do cotidiano das pessoas muitos filmes de grande sucesso foram lançados.Dentre eles a Opera Espacial Star Wars ou Guerra nas Estrelas em portugues.O filme gira todo em torno de Anakin Skywalker em sua jornada e transformação para o famoso Darth Vader.Inicialmente a serie de Filmes foi escrita em trilogia somente,pois o orçamento disponível era pouco.Em 2008, a soma arrecadada pelos seis filmes Star Wars totalizava aproximadamente 4,41 bilhão de dolares,só perdendo para Harry Potter e James Bond (007) no quesito serie.Eu particularmente sou muito mais o Star Wars,até por que existe muita coisa por traz do filme,como lições de vida e filosofia.O diretor e escritor George Lucas foi muito feliz em ampliar a série para 6 filmes,adicionando uma nova trilogia que conta os fatos pré Darth Vader e esclarece sobre as guerras clonicas.
O restante da prequela narra a queda gradual de Anakin para o lado negro da Força enquanto ele combate nas Guerras Clônicas, que Palpatine planejara secretamente para destruir a República e atrair o Jedi para seu lado. Anakin e Padmé apaixonam-se e casam-se secretamente, e eventualmente Padmé fica grávida. O Jedi tem uma visão profética de sua mulher morrendo no parto, e Palpatine o convence que apenas o lado negro retém o poder para salvar sua vida; desesperado, Anakin submete-se ao lado negro, adotando o nome Sith Darth Vader. Enquanto Palpatine transforma a República no tirânico Império Galáctico — apontando a si mesmo imperador vitalício — Vader participa do extermínio da Ordem Jedi, que culmina numa batalha entre ele e Obi-Wan. O mestre acaba derrotando seu ex-discípulo e amigo, amputando suas pernas e abandonando-o à beira da morte na margem de um rio de lava. Palpatine, no entanto, chega ao local pouco depois, salvando Vader e colocando-o em uma armadura mecânica que preserva sua vida. Enquanto isso, Padmé morre ao dar a luz aos gêmeos Luke e Leia. Eles são escondidos de Vader, e crescem sem saber quem são seus pais verdadeiros.[5]
Os eventos da trilogia original começam 19 anos depois, enquanto Vader completa a construção da gigantesca estação espacial Estrela da Morte, que permitirá ao Império esmagar a Aliança Rebelde, formada para combater a tirania de Palpatine. Vader captura a Princesa Leia Organa, que roubara os planos da Estrela da Morte e os escondera no dróide R2-D2. O robô, juntamente com seu colega C-3PO, escapa para o planeta Tatooine. Lá, são adquiridos por Luke Skywalker e seu tio e tia adotivos. Enquanto Luke limpa R2-D2, aciona acidentalmente uma mensagem implantada nele por Leia, implorando pelo socorro de Obi-Wan. Mais tarde, Luke ajuda os dróides a encontrarem o Cavaleiro Jedi, então fingindo-se de ermitão sob a alcunha de Ben Kenobi. Ele diz a Luke que conhece seu pai, contando que Anakin era um excelente Jedi e que foi traído e assassinado por Vader.[11] Obi-Wan e Luke contratam o contrabandista Han Solo e seu co-piloto Wookiee Chewbacca para levá-los a Alderaan, planeta natal de Leia, que eles eventualmente descobrirão ter sido destruído pela Estrela da Morte. Após invadirem a estação espacial, Obi-Wan deixa que Vader o mate durante uma luta de sabres de luz; seu sacrifício permite que o grupo escape com Leia e os planos que ajudarão os rebeldes a destruir a Estrela da Morte.[2]
Três anos depois, Luke viaja para encontrar Yoda e começar seu treinamento Jedi, que é interrompido quando Vader o atrai para uma armadilha após capturar Han e os outros. O Lorde Sith revela então que ele é o pai de Luke, e tenta levá-lo para o lado negro.[6] Luke escapa e, após resgatar Han das mãos do gângster Jabba the Hutt um ano mais tarde, retorna para finalizar seu treinamento, desta vez encontrando Yoda à beira da morte. Antes de falecer, ele confirma que Vader é o pai de Luke; momentos depois, o espírito de Obi-Wan conta para Luke que ele deve enfrentar seu pai para se tornar um Mestre Jedi, revelando por fim que Leia é sua irmã gêmea. Enquanto os Rebeldes atacam uma segunda versão da Estrela da Morte, Luke confronta Vader ante a presença de Palpatine, que espera que o filho mate o pai e se torne seu novo discípulo. Durante o duelo, Luke sucumbe à sua raiva e domina brutalmente Vader, mas consegue se controlar no último minuto; percebendo que está prestes a sofrer o destino de seu pai, ele poupa a vida de Vader e declara orgulhosamente sua lealdade aos Jedis. Um furioso Palpatine tenta então matar Luke, uma visão que faz com que Vader se recomponha e elimine seu mestre, sofrendo ferimentos mortais no processo. Redimido, Anakin Skywalker morre nos braços de seu filho. Luke torna-se definitivamente um Jedi, enquanto os Rebeldes destroem a estação espacial e, com ela, o Império.
Perspectiva geral do enredo
A prequela da trilogia segue a juventude de Anakin Skywalker. Ele é descoberto pelo Cavaleiro Jedi Qui-Gon Jinn, que acredita que ele seja o "Escolhido" previsto por uma profecia para trazer o balanço à Força. O Conselho Jedi, liderado por Yoda, pressente que o futuro de Anakin está obscurecido pelo medo mas, relutantemente, concorda que o aprendiz de Qui-Gon, Obi-Wan Kenobi, treine Anakin após Qui-Gon ser morto pelo Lorde Sith Darth Maul. Paralelamente, o planeta Naboo está sob ataque, e sua governante, a Rainha Padmé Amidala, busca o auxílio dos Jedi para repelir o ataque. O Lorde Sith Darth Sidious planejara secretamente o ataque para dar a seu alter-ego, o Senador Palpatine, um pretexto para derrubar o Chanceler Supremo da República Galáctica e tomar seu lugar.[3]O restante da prequela narra a queda gradual de Anakin para o lado negro da Força enquanto ele combate nas Guerras Clônicas, que Palpatine planejara secretamente para destruir a República e atrair o Jedi para seu lado. Anakin e Padmé apaixonam-se e casam-se secretamente, e eventualmente Padmé fica grávida. O Jedi tem uma visão profética de sua mulher morrendo no parto, e Palpatine o convence que apenas o lado negro retém o poder para salvar sua vida; desesperado, Anakin submete-se ao lado negro, adotando o nome Sith Darth Vader. Enquanto Palpatine transforma a República no tirânico Império Galáctico — apontando a si mesmo imperador vitalício — Vader participa do extermínio da Ordem Jedi, que culmina numa batalha entre ele e Obi-Wan. O mestre acaba derrotando seu ex-discípulo e amigo, amputando suas pernas e abandonando-o à beira da morte na margem de um rio de lava. Palpatine, no entanto, chega ao local pouco depois, salvando Vader e colocando-o em uma armadura mecânica que preserva sua vida. Enquanto isso, Padmé morre ao dar a luz aos gêmeos Luke e Leia. Eles são escondidos de Vader, e crescem sem saber quem são seus pais verdadeiros.[5]
Os eventos da trilogia original começam 19 anos depois, enquanto Vader completa a construção da gigantesca estação espacial Estrela da Morte, que permitirá ao Império esmagar a Aliança Rebelde, formada para combater a tirania de Palpatine. Vader captura a Princesa Leia Organa, que roubara os planos da Estrela da Morte e os escondera no dróide R2-D2. O robô, juntamente com seu colega C-3PO, escapa para o planeta Tatooine. Lá, são adquiridos por Luke Skywalker e seu tio e tia adotivos. Enquanto Luke limpa R2-D2, aciona acidentalmente uma mensagem implantada nele por Leia, implorando pelo socorro de Obi-Wan. Mais tarde, Luke ajuda os dróides a encontrarem o Cavaleiro Jedi, então fingindo-se de ermitão sob a alcunha de Ben Kenobi. Ele diz a Luke que conhece seu pai, contando que Anakin era um excelente Jedi e que foi traído e assassinado por Vader.[11] Obi-Wan e Luke contratam o contrabandista Han Solo e seu co-piloto Wookiee Chewbacca para levá-los a Alderaan, planeta natal de Leia, que eles eventualmente descobrirão ter sido destruído pela Estrela da Morte. Após invadirem a estação espacial, Obi-Wan deixa que Vader o mate durante uma luta de sabres de luz; seu sacrifício permite que o grupo escape com Leia e os planos que ajudarão os rebeldes a destruir a Estrela da Morte.[2]
Três anos depois, Luke viaja para encontrar Yoda e começar seu treinamento Jedi, que é interrompido quando Vader o atrai para uma armadilha após capturar Han e os outros. O Lorde Sith revela então que ele é o pai de Luke, e tenta levá-lo para o lado negro.[6] Luke escapa e, após resgatar Han das mãos do gângster Jabba the Hutt um ano mais tarde, retorna para finalizar seu treinamento, desta vez encontrando Yoda à beira da morte. Antes de falecer, ele confirma que Vader é o pai de Luke; momentos depois, o espírito de Obi-Wan conta para Luke que ele deve enfrentar seu pai para se tornar um Mestre Jedi, revelando por fim que Leia é sua irmã gêmea. Enquanto os Rebeldes atacam uma segunda versão da Estrela da Morte, Luke confronta Vader ante a presença de Palpatine, que espera que o filho mate o pai e se torne seu novo discípulo. Durante o duelo, Luke sucumbe à sua raiva e domina brutalmente Vader, mas consegue se controlar no último minuto; percebendo que está prestes a sofrer o destino de seu pai, ele poupa a vida de Vader e declara orgulhosamente sua lealdade aos Jedis. Um furioso Palpatine tenta então matar Luke, uma visão que faz com que Vader se recomponha e elimine seu mestre, sofrendo ferimentos mortais no processo. Redimido, Anakin Skywalker morre nos braços de seu filho. Luke torna-se definitivamente um Jedi, enquanto os Rebeldes destroem a estação espacial e, com ela, o Império.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
domingo, 21 de agosto de 2011
Definir ou Considerar
“podia descobrir mil maneiras de tenta me entender,mas sou extravagante demais pra isso, podia olhar mais pro que sou,mas se fizer isso deixarei o mundo saber quem sou . por isso hoje me considero nao me difino ! fica ai a ideia pra deixar qualquer um pensando,definir /considerar?”-
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